Monday, April 23, 2007

Shanghai, a cidade que não dorme

Os arranha-céus sucedem-se, uns atrás dos outros, betão, aço, vidros espelhados. O sol bate e tudo brilha. O brilho do ouro, do sucesso, do ser e estar em grande. Em Shanghai já ninguém olha para os estrangeiros, porque estes fazem parte da sua vida há centenas de anos.
Diz quem cá está que “Shanghai está para a Lapa, em Lisboa, assim como Pequim está para o Montijo”. A capital nada é comparada com o desenvolvimento desta cidade que nasceu ao longo das duas margens do rio Huangpu.
Shanghai é sinónimo de desenvolvimento e de sofisticação. À melhor maneira ocidental até existe uma China Town, informa a guia turística que acompanha uma parte do grupo.
“Aqui sim, não me importava de passar uns tempos”, desabafam alguns alunos do MBA. O que os deslumbra? A melhor universidade da Ásia, para tirar um Master in Business Administration, que é também um dos melhores do mundo, reconhece o Finantial Times no seu ranking de MBA; a arquitectura; as estradas largas e os jardins cuidados; os restauramtes; as lojas de cadeias conhecidas; os mercados, o movimento; as luzes da cidade que é apelidada de “nunca dormir”.

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