De um lado do rio, permanecem os edifícios centenários, herdados dos europeus, iguais aos poucos que ainda existem na Avenida da Liberdade, em Lisboa; ou aos que predominam na Gran Via, em Madrid, e noutras cidades europeias.
Na outra margem, em Pudong, está o Central Business District com os arranha-céus enfileirados, uns atrás dos outros. Onde ainda há muito espaço para continuar a construir em altura.
À noite, a cidade fica toda iluminada. De um lado e do outro.
Do lado de cá, as bandeiras da República Popular da China esvoaçam no topo de cada um dos edifícios centenários; do lado de lá a publicidade passa em grandes écrãs acopolados aos arranha-céus. No rio, ao lado dos cargueiros, passam pequenos barcos, também iluminados, um deles tem uma tela gigantesca que transmite pequenos filmes publicitários, anúncios a carros, Buick, Volskwagen...
“O que é que Mao diria se visse tudo isto?”, pergunta alguém à pessoa que lhe está mais próxima. “Perdi”, é a resposta.

1 comments:
Admirável mundo novo!
Uma viagem inesquecível para todos os que foram...e para aqueles que foram acompanhando aqui no blog!
Boa viagem de regresso a casa!
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