Conhecer diferentes indústrias foi o desafio cumprido na manhã de sexta-feira pelos alunos e professores do MBA da Católica, na cidade de Weifang.
Componentes electrónicos na Goer Tek, motores de barcos e camiões na Weichai Power, engarrafamento de águas e refrigerantes na Wahaha, produtos farmacêuticos na V3...
Sempre acompanhados por uma escolta policial e pelas autoridades locais, as visitas são curtas e muitas perguntas da comitiva da universidade ficam por responder.
Na Wahaha - a maior produtora de refrigerantes na China e a quinta no ranking mundial - faltou a luz e os funcionários foram para casa. A fábrica está vazia, a linha de engarrafamento parada, mas nas paredes, em pequenos quadros, está toda a filosofia em que se baseia a nova China: o culto do líder, o “senhor Zong” a quem os colaboradores cantam “espontaneamente os parabéns”, e os objectivos capitalistas de fazer mais e melhor, de investir em tecnologia, em inovação, de crescer, crescer.
“Valorizamos a competição, a promoção e a recompensa tendo em conta a performance”, diz um dos posters. Mais à frente, as fotografias testemunham o juramento dos colaboradores de fidelidade ao partido. De seguida, os números do crescimento. Depois a imagem de 88 casais, elas vestidas de branco e eles de fato escuro, do casamento de grupo dos trabalhadores da Wahaha, em 2003. "Sempre que o senhor Zong vai a França, a bandeira chinesa é hasteada ao lado da francesa”, informa o quadro que refere a joint-venture com o grupo francês Danone.
Friday, April 20, 2007
Subscribe to:
Post Comments (Atom)

No comments:
Post a Comment