Monday, April 16, 2007

Embaixador Rui Quartin prevê aumento do comércio bilateral


“Potência emergente no século XXI”. É assim que Rui Quartin, embaixador de Portugal em Beijing define a China. Eta tarde, num encontro com o grupo de 64 pessoas do MBA da Católica, o diplomata apelou aos antigos e aos novos alunos, bem como a alguns empresários integrados na comitiva, para as portencialidades de fazer negócios com a China.
“Esta visita revela o crescente interesse da comunidade portuguesa em ter contacto e conhecimento da realidade chinesa”, disse ao PÚBLICO. Em 2006 o comércio bilateral ultrapassou em muito os mil milhões de euros. “Este ano prevemos um sensível aumento”, informa.
À embaixada tem sido frequentemente solicitada informação sobre o funcionamento do mercado chinês. Actualmente os sectores mais representados são os vinhos, a cortiça, os mármores, o azeite e os materiais de construção.
Os principais problemas que os empresários apontam são a barreira da língua e da cultura, assiná-la o embaixador. A recomendação é para que os interessados “encontrem o seu nicho”, que não tem necessariamente de ser nas grandes capitais, mas no mercado provincial, recomenda Rui Quartin.

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